segunda-feira, 2 de março de 2009

O Sapo e o Estranho

Um dia apareceu no bosque, um animal estranho, era um rato.
O porco foi contar aos seus amigos que tinha visto um rato sujo a acampar no bosque.
- Sabem, ( pata e sapo ) eu vi um estranho no bosque.
O sapo foi corajoso e foi ver se o que o porco dizia era verdade. Ele aproximou-se e viu um rato a cozinhar. O sapo foi dizer aos amigos aquilo que tinha visto com os seus próprios olhos. Ao contrário do que lhe tinha sido dito, o rato até era simpático, andava um pouco amarrotado mas não era sujo. Com muito trabalho, arranjou madeira e construiu um banco e uma mesa.
Depois de esclarecido, o sapo foi visitar o rato e disse-lhe:
- Eu sou o sapo.
- Eu sei, não sou parvo. Vê-se logo. Eu sei falar três línguas: Francês, Inglês e Português. - respondeu -lhe o rato.
O sapo ficou admirado. Nem a lebre sabia assim tanto!
Depois de uma breve conversa, bastante desagradável entre o porco e o rato, os amigos decidiram visitar a lebre para pedir a sua opinião.
O porco referiu que o rato tinha roubado a madeira, ao que a lebre respondeu, que a madeira é de todos. Apesar dos amigos não concordarem, o sapo ia sempre visitar aquele que era o estranho.
Um dia, o porco foi descuidado quando estava a cozinhar e a casa ficou em chamas. Quem o acudiu foi o rato. No dia seguinte, para grande surpresa de todos, quem estava a reconstruir a casa do porco, era o rato.
Até a lebre teve ajuda do rato, quando quase se afogou porque não sabia nadar.
Daí em diante, todos ficaram amigos do estranho e decidiram que ele podia ficar. Faziam muitas coisas divertidas e ouviam-no contar as suas aventuras vividas pelo mundo fora.
Um belo dia, quando o sapo foi visitar o rato, viu com os seus próprios olhos, que o seu amigo estava de partida.
Todos os amigos se juntaram para se depedirem do rato e ficaram a vê-lo até este desaparecer por trás da colina.
De recordação ficou o banco, onde os quatro animais se sentavam e lembravam as histórias do amigo rato.

Sem comentários: